
Ele a notou
Ela não viu
Ele a olhou
Ela o olhou
Ele brincou, ela correspondeu
Eles conversaram, riram, se entenderam
Juntos, na neblina da noite
O primeiro abraço,
O primeiro beijo
Na despedida, a vontade de ver de novo
No reencontro, a vontade de não ir embora
Ele mergulhava em seus olhos
Ela bebia de seu conhecimento
O toque provocava arrepios
Nele, nela
Ele já havia amado, ela já havia amado
Mas nunca fora tão fácil, tão certo, tão intenso
A despedida era iminente
O medo da entrega, intenso
Ela não queria (E meu Deus! Como queria)
Ele não queria (E meu Deus! Como queria)
A cada encontro, novas descobertas, novas sensações
Semanas em horas, meses em dias, anos em semanas
E, por fim, o inevitável
Paredes desapareceram, muros ruíram
Promessas foram erguidas em seu lugar
O futuro às três fiandeiras pertencia
Mas, por um momento, eles sonharam….
x—x—-x—x
Não, esse texto não é meu. Quem dera! Algum dia ainda consigo a maestria de produzir algo tão belo. Coloco-o aqui porque ele representa pra mim uma época onde fui (e sou) bastante feliz. Espero poder retribuir a contento!!!! (Homem do Cafezinho)
“…acreditar na incondicionalidade do amor, é decididamente precipitar o fim doamor, porque você acha que esse amor aguenta tudo, então de um jeito ou de outro você acaba fazendo esse amor passar por tudo…” Michel Melamed
Número 1: vc escreve muito melhor do que isso. Fato.
Número 2: precisava do tapa no cérebro do final? Rss. Número 3 (last but not least): te amo…
Ai, ai…
A Tia do Café não tinha morrido!?
Tira ela daí…
Ps: Texto lindo (parabéns, gata! belas palavras para belos sentimentos), mas gosto mais qnd é seu! ^^
bjo
A parte do Michel no final é sublime, na minha opinião. E você escreve tão bem quanto ou até melhor, com certeza!
Beijos.
Caneca vazia?
que decepção…
see ya, old boy
Ps: miss you
Passando pra dar uma palavra só:
Saudade.